quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Codesp projeta volume recorde em Santos no ano


Em suas projeções iniciais para o desempenho do porto de Santos em 2013, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) revelou que a movimentação de cargas deve crescer 5,8% no ano e alcançar a marca recorde de 109,1 milhões de toneladas. O volume poderá ser alcançado com um aumento de 5,7% das exportações, para 75,8 milhões de toneladas, e com a recuperação das importações, com previsão de alta de 6% para 2013, com movimentação de 33,3 milhões de toneladas.

Pelos cálculos da Codesp, o movimento de carga geral deve aumentar 8% no ano e somar 41,3 milhões de toneladas, enquanto o volume de contêineres deve subir 9%, para 3,4 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). A expectativa considera a entrada em operação de duas novas instalações portuárias - Brasil Terminal Portuário (BTP) e Embraport - e um cenário internacional mais favorável, "com perspectivas mais atraentes para as exportações brasileiras de bens de maior valor agregado".

A Codesp ainda projeta melhora para o setor automotivo, com um crescimento de 4,1% da movimentação de carros em Santos neste ano, para o equivalente a 350.744 unidades.

A companhia também divulgou ontem as estimativas finais para o desempenho do porto em 2012. A expectativa é que o volume de cargas do ano corresponda a 103,1 milhões de toneladas, alta de 6,1% em relação a 2011. Segundo as previsões da companhia, as exportações devem responder por 71,7 milhões de toneladas do total - aumento anual de 14% -, enquanto as importações tendem a representar 31,4 milhões de toneladas - queda de 8,4%.

Pelas estimativas da Codesp, dentre os principais produtos exportados no porto de Santos, a movimentação de açúcar ficou praticamente estável, ao passar de 16,9 milhões para 16,4 milhões de toneladas de 2011 para 2012; a de soja (em grãos e peletizada) cresceu 13,4%, para 13,7 milhões de toneladas; e a de milho dobrou e atingiu 9,1 milhões de toneladas. Entre os destaques de importação, a queda de 2012 foi puxada pelo recuo de 17% da movimentação de adubo e pela baixa de 9,6% em carvão.

A quantidade de veículos que passaram por Santos também caiu 23% em 2012. As importações recuaram 18%, enquanto as exportações tiveram redução de 25%, pelas previsões da Codesp. Já a movimentação de contêineres em Santos cresceu 5,6% no ano passado e somou 3.152.006 TEUs.

Com o aumento do volume de cargas previsto tanto para 2012 quanto para 2013, a Codesp espera contar com lucro líquido de R$ 83 milhões referente ao ano passado, o que representará um aumento da ordem de 27% em relação a 2011. Para 2013, a companhia projeta lucro líquido aproximado de R$ 100 milhões.

Fonte:  Valor Econômico

Portos paranaenses se preparam para nova safra recorde de soja


Com previsão de novo recorde na safra de grãos, os portos do Paraná se preparam para atender a demanda que, em 2013, deve ser intensa já a partir de janeiro. Com os terminais que atuam no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) adota medidas para que a safra escoe com segurança e tranqüilidade.

Entre as ações está a campanha de orientação dos caminhoneiros quanto às novas rotas para a descarga. “As novas rotas começaram a valer em dezembro, mas é preciso reforçar. Por isso, vamos distribuir os mapas nas praças de pedágio e lembrar, por meio de outdoors, que se todos fizerem sua parte não teremos problemas durante a safra. Sem filas garantimos o bom fluxo dos grãos e reduzimos a espera – tanto em terra quanto no mar”, afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Segundo Dividino, sem folga entre a safra de 2012 e a próxima, as medidas administrativas são essenciais. “Ainda estamos escoando a super safra de milho e já pensando no recorde da próxima safra de soja. Sem intervalo, vamos mantendo o diálogo e nos alinhando com os operadores para que todo o processo funcione bem, conforme a determinação do governador Beto Richa”, afirma.

PREVISÃO DE SAFRA – Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab), o Paraná deve colher cerca de 15,27 milhões de toneladas de soja nesta safra. A área plantada é de 4,63 milhões de hectares. A colheita se inicia entre o final de janeiro e o início de fevereiro, tendo o pico de safra nos meses de março e abril. Até agora, cerca de 35% dessa safra já foi comercializada. No mesmo período, em 2011, esse percentual negociado antecipadamente era de 23%.

“O atual cenário é positivo para a soja. Os baixos estoques mundiais garantem preços firmes no médio prazo. O que deve garantir bom retorno financeiro aos produtores paranaenses”, comenta o agrônomo da Seab, Marcelo Garrido Moreira.

OPERADORES - A Cotriguaçu é uma das empresas que mais exportou grãos pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá em 2012. Este ano deve fechar com um movimento em torno de 2,7 milhões de toneladas de soja, farelo e milho. Para 2013, a expectativa é de continuar quebrando recordes.

“Com maior área plantada, com uma boa evolução da semente e com a demanda internacional aquecida, principalmente devido à quebra na safra norte americana em 2012, o Brasil está cotado a ser o grande exportador de grãos. Temos que nos preparar para isso”, afirma o gerente Rodrigo Buffara Coelho.

Segundo ele, o começo de 2013 terá uma situação bastante atípica no escoamento de grãos no Porto de Paranaguá. “Temos bastante milho programado para janeiro e já temos soja, do Mato Grosso, para o final do mês. O porto e os terminais vão trabalhar direto, sem parar. Mas o importante é que estamos conseguindo manter o escoamento e a produtividade em bom ritmo”, garante.

Para atender a demanda da safra de 2013, a empresa pretende investir em eficiência na prestação de serviços de armazenagem e operação. “As nossas ações serão para proporcionar a descarga mais rápida dos produtos em Paranaguá: tanto de vagões quanto de caminhões; queremos trazer as cargas cada vez mais perto da previsão de chegada do navio, para evitar filas; e devemos investir cada vez mais em tecnologia para agilizar e dar mais segurança ao processo”, adianta o gerente.

Assim como a Cotriguaçu, a Interalli – outro importante operador de grãos do Porto de Paranaguá - espera um crescimento de até 20% no volume a ser movimentado, a partir de janeiro de 2013. A previsão é feita segundo os contratos já fechados. De acordo com o departamento comercial da empresa, a exportação da soja deve começar forte a partir dos primeiros dias de fevereiro. Assim deve seguir até junho, dando espaço ao volume de milho que também deve ser grande. A empresa deve fechar 2012 com uma movimentação em torno de 2,3 milhões de toneladas dos dois grãos.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Desafios da logística


Após contemplar os modais rodoviário e marítimo, o governo completou o pacote de investimentos à infraestrutura e logística com o setor aéreo. Serão R$ 7,3 bilhões destinados à melhoria de 270 aeroportos regionais. O Nordeste recebeu o maior montante, de R$ 2,1 bilhões, dos quais R$ 363 milhões ficarão com o Ceará.

Ainda neste mês de dezembro, foi divulgado o pacote de investimentos para portos, antiga reivindicação do setor, que sofre uma série de gargalos. Os terminais marítimos contarão com R$ 31 bilhões até 2015. Dessa fatia, o Ceará, por meio do Porto do Pecém, terá R$ 1,2 bilhão à disposição, 3,9% do total. Além disso, os principais portos receberão outros montantes da ordem de R$ 23 bilhões para os anos de 2016 e 2017. 

Em agosto, foi a vez das rodovias e ferrovias, contempladas com R$ 133 bilhões. Do total, R$ 42,5 bilhões devem ser aplicados na duplicação de cerca de 5,7 mil quilômetros de rodovias e R$ 91 bilhões, na reforma e construção de 10 mil quilômetros de ferrovias nos próximos 25 anos. O Nordeste, que apresenta grandes problemas nessa área, foi negligenciado. Entre os estados da região, somente a Bahia foi incluída nos investimentos. Quase todo esse dinheiro foi para o Sudeste e Centro-Oeste.

A união das medidas, segundo o governo, trará um avanço para a capacidade de planejamento integrado de transportes, o que tende a beneficiar a cadeia produtiva em geral. 

Há muito tempo, indústria e comércio sofrem com a situação precária do conjunto logístico. O mau estado de preservação de estradas, por onde circulam 60% das mercadorias, a precariedade dos portos, a escassez de aeroportos e a situação obsoleta das ferrovias são forte entrave ao crescimento do País. Uma logística mais diversificada, barata e eficiente funciona como estímulo natural aos investimentos.

A necessidade de aportes nessa área é evidenciada por estudo realizado pelo Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), o qual mostra que, entre os Brics, Estados Unidos e Canadá, o Brasil possui a pior infraestrutura de transportes. O País amarga as condições mais atrasadas em rodovias pavimentadas, em extensão de ferrovias e dispõe de pouco mais de 250 mil quilômetros de estradas. Os Estados Unidos contam com 4,2 milhões; Índia e China, 1,5 milhão. Além disso, o Brasil fica entre os últimos em quantidade de dutos e rede hidroviária. 

O panorama poderia ter sido revertido anteriormente. Dos R$ 132 bilhões projetados para essa área, entre 2003 e 2010, somente pouco mais de R$ 20 bilhões foram realizados. Nesse período, a taxa de investimentos em infraestrutura representou apenas 0,6% do PIB. Em época de baixa expansão econômica, o governo tenta reduzir os problemas, valendo-se, principalmente, de regimes de concessões, em estradas e aeroportos. O apoio maciço da iniciativa privada era cogitado, mas só agora foi considerado necessário e complementar.

Apesar de positivos, os investimentos vêm com atraso e ainda centralizados em alguns estados. Ocorre notória concentração de aportes no Sudeste e Centro-Oeste, ao passo que o Nordeste é uma das regiões mais carentes nesse sentido. A Ferrovia Transnordestina, uma das principais obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), coleciona atrasos e pouco executou de seu projeto. Inicialmente programado para 2010, o empreendimento só deve estar finalizado no ano de 2015. A lentidão custa dinheiro e o orçamento da obra quase dobra nos últimos anos. 


Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=351678&modulo=962

Aprosoja cobra redução para altos custos com logística em MT

O custo para transporte de grãos de Mato Grosso até o exterior continua alto e, o produtor, perdendo muito. 1/3 do custo da soja é com frete e chega a 35%. Do milho a conta é assustadora: de 50 a 60% são gastos com infra-estrutura logística. Essa conta foi paga em 2012 e deve continuar salgada em 2013. O presidente da Aprosoja Mato Grosso, Carlos Favaro, cita que esta grande fatia vai para bancar frete, logística, transporte e toda inoperância brasileira de logística. "Nós perdemos competitividade. Precisamos parar de ficar só com projetos, planos, PACs e termos as obras de extrema viabilidade. O Brasil não pode envelhecer sem se tornar competitivo", defendeu.

Fonte: http://www.sonoticias.com.br/noticias/2/167248/agronoticias-aprosoja-cobra-reducao-para-altos-custos-com-logistica-em-mt

Impostos e logística empacam a competitividade do Brasil



A competitividade de um produto depende da produção, dos impostos e até do transporte ao consumidor. No mercado internacional, as taxas tributárias e cambiais e o valor gasto em logística, além de sua estrutura, são pontos fundamentais no momento de um item levar vantagem. O Brasil ainda tem dificuldades para se posicionar no topo dessa lista, embora o governo brasileiro venha tomando medidas enérgicas.

A taxa de câmbio é um importante fator para manter a competitividade de uma mercadoria. O professor de economia do curso de Administração da ESPM-SP, José Eduardo Amato Balian, analisa que durante do governo do presidente Lula, o real se valorizou, tornando os produtos brasileiros menos atrativos. Balian afirma, contudo, que de alguns anos para cá, a intervenção do governo sobre o câmbio aumentou significativamente. "Nosso câmbio está muito mais para administrado do que livre", diz o professor.

Apesar de ajudar a aumentar a capacidade de competição do produto, a manutenção da taxa de câmbio não é suficiente para melhorar a situação do produto brasileiro no mercado externo. José Eduardo Balian ressalta que a taxa para empresas ainda é muito alta e isso dificulta bastante a exportação e as negociações no próprio mercado interno. Porém, algumas medidas do governo brasileiro já vêm sendo tomadas para simplificar o pagamento de impostos.

Um dos exemplos citados pelo professor é a simplicação do Programa de Integração Social (PIS) e do Contribuição para o Financiamento de Seguridade Social (Cofins) em uma única taxa. "Isso diminui a burocracia interna", afrma Balian. O próximo passo, segundo o professor, seria diminuir as alíquotas. Já com relação ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é esperada uma redução de até 4% ao longo de 10 a 15 anos. "O governo ainda está estudando a possibilidade, mas a ideia é reduzir a taxa gradulamente", diz Balian.

Por último, o professor de economia da ESPM-SP vê a necessidade de uma melhora na estrutura logística brasileira. O custo de logística no Brasil é um dos mais elevados entre os seus competidores. Um dos motivos para isso são as condições de rodovias, portos e aeroportos que estão começando a melhorar lentamente. "Há um caminho longo a percorrer com relação a essa estrutura", observa José Eduardo Balian.

Fonte: http://invertia.terra.com.br/operacoes-cambiais/noticias/0,,OI6415164-EI20362,00-
Impostos+e+logistica+empacam+a+competitividade+do+Brasil.html

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Transporte de veículos via Ferrovias!


A intermodalidade na logística é a maneira mais indicada para a solução de inúmeros problemas enfrentados pelo Brasil quando se fala em logística.
Um exemplo disso é esta foto (sistema que ainda não possuímos no Brasil), que mostra o transporte de carros em vagões "cegonha" , como estes caminhões que vemos nas estradas diariamente.
Se pensarmos um pouco, e fizermos contas simples, descobriremos a quantidade de caminhões que um vagão deste poderia retirar das estradas......sem contar a redução de CO² que seria eliminado na atmosfera.

Fonte da foto: http://modais.com.br/

Abaixo, segue reportagem de um site Russo, onde este sistema acima é utilizado:

Fonte: http://www.transportation-amp.ru/index.php?option=com_content&task=view&id=882&Itemid=62 
Transporte de carroPara transportar o carro pelo trem, você pode usar vários métodos de transporte diferentes, cada um dos quais tem uma série de características e benefícios. Os principais métodos de veículos de transporte de transporte ferroviário são considerados carros grades e recipientes de transporte ferroviário.
Deve notar-se que as vantagens da calha aparente da máquina a distâncias maiores do que 1500-2000km. Ambos os métodos têm vantagens e além disso alguns inconvenientes. Nossos especialistas em logística recomendo escolher método de veículo de transporte é puramente individual, por causa do impacto sobre o transporte de uma série de fatores externos relacionados à localização e destino.O que é melhor escolher as redes carros ou recipientes para o seu transporte de carro ferroviário, responda nossa logística e ajudar a determinar a melhor opção para o transporte ferroviário carros Rússia e precisa responder a todas as perguntas sobre a sua expedição, o que lhe interessam. Iremos sugerir a melhor opção de entrega do veículo para o destino.O transporte de carga por via ferroviária para garantir a pronta entrega do veículo com o mínimo de ferramentas e recursos.
Russian Railways permite transporte mais rápido, especialmente em termos de distâncias. Além de transporte ferroviário são feitas ao longo do ano e todo o tempo, e implementar 24 horas por dia.

Fonte: Infologis

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Super Muffato lança 1º sistema de autoatendimento no país


Segundo a rede, sistema é o primeiro do país a permitir que clientes paguem suas compras e economizem 20% de tempo com isso[...]

Os clientes de um supermercado da zona sul de Londrina da paranaense Super Muffato estão, desde a semana passada, fazendo compras sem precisar da ajuda de caixas. A rede inaugurou no endereço, segundo a própria empresa, o primeiro sistema de autoatendimento de supermercados do país com a intenção de tornar mais ágil em 20% o tempo gasto pelos clientes nos pagamentos.

Por meio do sistema, os clientes da varejista podem, além de escolher os produtos nas gôndolas, pesar, conferir o preço, pagar e tirar o recibo das mercadorias compradas sem precisar da ajuda de um caixa. Comum fora do país, o sistema de self checkout tem a função de evitar ou pelo menos diminuir as filas de atendimento nos supermercados em horários de pico – e, claro, incentivar as pessoas a comprar mais.

“Não se trata apenas da oferta de mais um benefício ao cliente, mas sim de uma mudança na forma com que ele se comporta na hora de concluir uma compra, passando de expectador para agente de todo o processo”, diz Everton Muffato, diretor da companhia.

O sistema foi testado por dois anos, com ajuda da fornecedora de tecnologia RMS, antes de ser implantado no endereço escolhido no último dia 21. A expectativa da empresa é implantar no primeiro trimestre do ano que vem novas unidades do self checkout em Londrina.

De acordo com a empresa, a adoção da novidade fez com que seis funcionários que trabalhavam no caixa fossem treinados para ajudar os consumidores a comprar pelos novos quatro caixas instalados na loja. Com isso, outras seis pessoas foram contratadas para ocupar os seis caixas tradicionais, que foram mantidos.

Com mais de nove mil colaboradores diretos, o grupo paranaense conta hoje com 40 operações de negócio, espalhadas em 13 cidades do Estado e em Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Fonte: Revista Exame via Infologis