quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Mais eficiência para o armazém

Lembra-se quando pela primeira vez você comprou um celular e que tudo o que podia fazer era receber e fazer ligações? Os celulares de hoje podem fazer muito mais com todos os diferentes tipos de tecnologia que estão sendo combinados neste equipamento. Você pode usar o celular para acessar a internet, enviar e receber Email, mensagem de texto, tirar fotos e muito mais. A mesma convergência está começando a acontecer nos armazéns de hoje. Antigamente existia um dispositivo para escanear, outro para aplicações de voz, um RFID e assim por diante, agora, os dispositivos são multifuncionais, permitindo usar diversas aplicações para criar processos mais eficientes.Os dispositivos também podem ajudar a melhorar a acurácia e a velocidade Benefícios de dispositivos
multifuncionais.
• Melhor acurácia;
• Aumento da flexibilidade;
• Melhoria da velocidade;
Exemplificando: O CD de um distribuidor de bebidas atende a maioria de seus pedidos com
separação de caixas e itens individuais. Ao trabalhar 24 h e sete dias por semana, normalmente opera 40.000 a 60.000 caixas e 40.000 a 80.000 garrafas individuais por noite e a gerência optou pela separação por reconhecimento da voz.
A empresa também precisava de leitoras portáteis e acopladas nas empilhadeiras para recebimento, disposição e contagem cíclica. Por isso, investiu em um computador portátil que atenderia as duas situações. Durante o dia, as unidades seriam usadas como leitoras nas áreas como recebimento, onde a leitura do código de barras é mais eficiente do que soletrar longos códigos de números. Todavia, a noite, os colaboradores poderiam usar os computadores para a separação por voz. Há cinco anos, a opção de combinar as tecnologias não seria possível, logo a empresa teria que optar por uma ou outra. Hoje, esse não é mais o caso. O crescimento do CD optou por computadores portáteis de diálogo e um sistema de voz que são integrados ao seu WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento do armazém) desenvolvido internamente Os computadores permitem fazer a separação por voz, mas também possuem uma leitora de auto-ajuste para recebimento e expedição. O benefício dessa abordagem multimodal é que um CD agora pode optar pela tecnologia mais adequada para seu fluxo de material em cada área. Não é mais um ou outro tipo de discussão, normalmente você entraria num armazém e faria a separação por um dos três modos. Você usaria uma prancheta, escanearia ou usaria a voz. Agora pode tanto escanear como usar a voz ao mesmo tempo. Essa é principal vantagem dos dispositivos multifuncionais. Você pode optar entre escanear, usar a voz ou acessar dados por um teclado, ou até usar qualquer combinação das três. Por exemplo, os separadores podem receber as direções por voz, mas escanear um código de barras enquanto estão separando.Os dispositivos também podem ajudar a melhorar a acurácia e a velocidade. Por exemplo, na separação por voz, ao sistema de voz direciona o separador até o endereço e o separador faz novamente a leitura de um dígito verificador para informar o sistema que ele está no endereço certo. Mas e se um cliente em particular. Também exige um número de série específico? É quando faz sentido usar um dispositivo multifuncionais. Historicamente, a voz significava precisar de um terminal específico muito caro. Agora você pode comprar esses computadores multifuncionais que são muito mais baratos que os terminais específicos. Assim, você consegue usar a tecnologia por voz a um preço muito menor – mas você também tem a habilidade para características. O que considerar Se está pensando no coletor, a coisasmais importante a ter em mente é que você está adaptar a tecnologia aos seus processos existentes e não vice-versa. No passado, os gerentes de CD escolhiam a tecnologia e adaptavam seus processos a ela. É a antiga ideia do tamanho único. A verdade da questão é que todos esses processos são diferentes e, em muitas operações, podem até variar por área. Com um dispositivo multimodal, você não precisa mais optar. Como você escolhe qual tecnologia funcionará melhor para uma dada aplicação? Recomenda-se revisar produtos e processos para determinar suas necessidades. Por exemplo, se precisar coletar vários números ou números de série em uma área, você pode preferir escanear. Se não usar código de barras em outra área, talvez seja melhor as operações por voz, onde o sistema informa ao colaborador para onde ir e o que separar. Um dispositivo multifuncional lhe permitirá trabalhar com ambas aplicações para máxima eficiência. RFID e seus dispositivos Numa típica operação de separação de caixas que usa leitura de código de barras, o separador recebe as instruções de direção de um WMS para ir até um local específico e separar as caixas. Ao chegar no local, o operador escaneia o endereço para que o WMS possa confirmar que a carga está no local certo. Depois, o operador escaneia as caixas que serão separadas, dá baixa no escaneador de código de barras e coloca-as no palete. Por fim, o WMS encaminha o operador para o próximo endereço. No futuro será possível que muitos armazéns usem dispositivos multifuncionais que incluam o RFID para asegura que erros como esse não aconteçam. A tecnologia usaria uma antena RFID para ler as plaquetas que estariam nas caixas e, em seguida, coletaria a informação tanto para validar o SKU (“stock keeping unit”, unidade mantida em estoque) do produto que foi separado, quanto para contar quantas caixas foram separadas. 


Fonte:http://www.imam.com.br/consultoria/index.php?option=com_docman&task=doc_details&gid=116&Itemid=58

Transnordestina ganha novo acordo e Fiol, velocidade

Quando estiverem finalizadas e em operação, as quatro maiores Ferrovias que estão em obras no país vão acrescentar mais de 6 mil quilômetros à Malha Ferroviária brasileira. Mas as dificuldades foram proporcionais ao tamanho e hoje elas correm para compensar os problemas no cronograma e orçamento das obras.

A Transnordestina, projeto de 1.728 quilômetros desenhado para atender a região Nordeste com foco no agronegócio e na indústria mineral, é talvez a mais emblemática. Sua nova malha vai interligar Eliseu Martins, no sertão do Piauí, aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco. Quando estiver em operação, deve ter capacidade para transportar até 30 milhões de toneladas por ano, com destaque para minério de ferro, grãos (soja, farelo de soja, milho, algodão) e gipsita (gesso agrícola).

Tocada pela Transnordestina Logística (TLSA), controlada pela CSN, foi orçada inicialmente em R$ 4,5 bilhões, com prazo de inauguração previsto para 2010, acaba de ganhar nova revisão contratual que elevou o valor para R$ 7,5 bilhões. Até junho deste ano, já haviam sido investidos R$ 4,1 bilhoes de reais, segundo dados da empresa. O projeto sofreu com questões que incluíram desde falhas no planejamento até dificuldades com desapropriações e necessidades de ajustes no traçado.

No balanço do Ministério dos Transportes, o trecho Missão Velha (CE) - Salgueiro (PE), com 96 quilômetros, é o único 100% concluído. Dali a Trindade (PE) são 163 quilômetros, com 99% da infraestrutura, 98% das obras de arte especial (OAEs, tipos de construção como pontes e viadutos) e 56% da superestrutura. O trecho Eliseu Martins (PI) - Trindade contabiliza 42% da infraestrutura e 35% das OAEs. Nos 522 quilômetros entre Salgueiro e Suape (PE), estão completos 55% da infraestrutura, 53% das OAEs e 35% da superestrutura. Já entre Pecém (CE) e Missão Velha (CE), o andamento foi mínimo - só 4% da infraestrutura e 3% das OAEs.

Em Pernambuco, segundo o secretário de desenvolvimento econômico Márcio Morais, a desmobilização é grande. A Ferrovia, que vai multiplicar algumas vezes a movimentação de Suape, escoará soja, minério de ferro, gesso e contribuirá para estimular o potencial de Salgueiro, o centro geográfico do Nordeste, distante cerca de 500 quilômetros de oito das nove capitais nordestinas - a exceção é São Luís (MA). É onde a Ferrovia bifurca e pode se configurar em uma nova Uberlândia, uma central de distribuição apoiada por plataforma de logística intermodal , compara. A cidade, com 60 mil habitantes, chegou a ter população flutuante superior a 15 mil homens, envolvida com as obras da Ferrovia e da transposição do rio São Francisco. Ganhou uma fábrica de dormentes que não está em funcionamento, com estoque para alguns meses. A obra andou mais rápido porque tomamos responsabilidade das desapropriações , diz.

Segundo Morais, foram 2.173 processos desde 2009, dos quais 2.038 conciliados e 1.907 pagos. Também surgiram duas intervenções de peso. Uma delas por conta da construção de barragens de contenção depois das enchentes de 2010, que inundarão parte do traçado original. Outra foi evitar o custo social e financeiro de pagar indenizações a invasores da faixa de domínio da Ferrovia na travessia de centros urbanos. Desde o começo deste ano a obra teve o ritmo reduzido, com impacto na geração de emprego nos três Estados , atesta o secretário.

Na vizinha Bahia, as perspectivas para a Ferrovia Integração Oeste-Leste (Fiol) estão mais animadoras. As obras ganharam ritmo após vencer obstáculos, particularmente nos lotes 1 a 4 , diz o secretário da Casa Civil, Rui Costa, que acompanha os trabalhos no Estado. Estes lotes compõem o trecho entre Caetité e Ilhéus, somando 537 quilômetros e, de acordo com as informações do Ministério dos Transportes, tem 18,7% das obras concluídas, com previsão de conclusão em dezembro de 2014. Hoje, as obras estão ocupando cerca de 7,3 mil trabalhadores, a maior parte (3.270) no lote 4, o maior da Ferrovia, com 168 quilômetros entre Rio de Contas a Riacho de Barroca.

Segundo Costa, até dois meses atrás o processo ainda estava lento em função de obstáculos como a não chegada de dormentes e a falta de trilhos. Mas os dormentes começaram a ser colocados, a situação de trilhos parece superada e devemos ver a obra crescer .

O leilão para aquisição de 147 mil toneladas de trilhos para a Fiol foi marcado pela Valec para o próximo dia 7 de outubro, com orçamento de R$ 559 milhões. Nas contas da empresa do mês de julho, o orçamento inicial da Ferrovia foi de R$ 4,2 bilhões e faltavam ainda R$ 3,4 bilhões para a conclusão da obra.

Mais comprometido está o trecho de 485 quilômetros entre Caetité e Barreiras, no Oeste baiano - os trechos 5, 6 e 7 foram liberados ambientalmente, mas aguardam licença do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o secretário Rui Costa, as desapropriações no trecho 5 já estão 77% concluídas e o lote 5A, uma ponte sobre o Rio São Francisco com 2,9 quilômetros de extensão entre Serra do Ramalho e Bom Jesus da Lapa, já tem licença de instalação (LI) emitida pelo Ibama. O consórcio vencedor está aguardando autorização , diz. Em 2010, foi declarado vencedor da licitação pelo trecho o consórcio liderado pela Loctec, com Sanches Tripoloni e Sobrenco.

As demais responsáveis pelas obras são SPA/Convap (lote 1, Terminal de Ilhéus - Rio da Preguiça), Galvão/OAS (lote 2, Rio da Preguiça - Rio Jacaré), Torc/Ivai/Cavan (lote 3, Rio Jacaré - Rio de Contas) e Andrade Gutierrez/Barbosa Melo/Serveng (lote 4, Rio de Contas - Riacho da Barroca). Mendes Junior lidera o lote 5, Constran e Engesa o lote 6 e Oeste Leste, o lote 7 - o plano total prevê a chegada da Ferrovia até Figueirópolis (TO), somando 1,5 mil quilômetros de uma ponta a outra. O projeto integra o Estado e viabiliza economicamente grandes projetos no interior oeste e sudoeste, como derivados do agronegócios como álcool e óleo, grãos, algodão, bem como o potencial mineral do Estado , aponta o secretário.

Fonte: Valor Econômico

Governo ampliará prazo de concessão de novos portos

O governo acolheu uma das principais reivindicações da iniciativa privada e irá rever para cima os prazos dos contratos das futuras licitações portuárias, conforme adiantou o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor. A duração dos contratos será ajustada para até 25 anos, renováveis por igual período, como prevê a Lei dos Portos. Essa era uma das maiores críticas do setor, que não via atratividade em investir em áreas com tempos de arrendamento considerados curtos - com validade entre sete e dez anos, em alguns casos - no primeiro pacote de licitações, que inclui os portos de Santos e do Pará.

"A maioria será ajustada. E não só os de Santos e do Pará, os futuros também", disse o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Pedro Brito, no evento "Brasil 2030 - Infraestrutura Portuária: O novo modelo e oportunidades", promovido pelo Valor. Brito, contudo, não especificou quais editais terão os prazos ampliados. "Em Santos pode ter um ou outro que não chegue a 25 anos". Os prazos curtos integravam uma estratégia para compatibilizar o fim dos contratos de áreas próximas e reordená-las em grandes terminais, visando o ganho de escala na movimentação de cargas. O governo não desistiu da estratégia, mas a forma de fazê-lo será pensada mais adiante.

O governo fechará, até sexta-feira, os ajustes nos editais para as licitações de novos arrendamentos de terminais nos portos de Santos (SP) e do Pará, segundo a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. "Vamos fazer os ajustes compatíveis com o que nós estamos propondo, adequar e justificar tudo", afirmou a ministra. Segundo ela, os editais deverão ser levados ao Tribunal de Contas da União (TCU), na segunda-feira.

A estimativa é adiantar o cronograma original e lançar as 31 concorrências de Santos e do Pará na primeira quinzena de novembro. Originalmente a data era 25 de outubro. "Se o TCU tiver condições de analisar, podemos antecipar", disse Brito.

Outra alteração que será encampada nos editais será a segmentação de áreas para líquidos, no Pará. Originalmente o porto de Miramar teria um grande terminal para granéis líquidos, que será dividido em três para segmentos específicos de combustíveis.

A Antaq recebeu 3.100 manifestações com pedidos de alteração nas minutas dos editais. Uma das maiores críticas recaiu sobre os valores dos aluguéis dos arrendamentos, considerados altos. A iniciativa privada entendeu que o governo embutiu no preço do aluguel das áreas o valor de outorga, critério eliminado pelo governo no novo modelo portuário. Mas a Antaq não entendeu assim. "Refizemos os cálculos e as contas estão fechando", disse Brito.

As mudanças agradaram os empresários, mas não o suficiente, afirmou Wilen Manteli, presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP). Para ele, além do aumento dos prazos, outros três aspectos são fundamentais: definição exata das áreas a serem licitadas, revisão dos valores de aluguel, e garantia de que o poder público fará a dragagem, pois os editais definem os modelos de navios que frequentarão os terminais.

Empresários presentes ao evento também criticaram a decisão do governo em anunciar o segundo bloco de licitações sem ter respondido a totalidade das mais de 3 mil questões sobre o primeiro pacote. Originalmente as minutas de editais do segundo pacote seriam publicadas até o início da próxima semana. Mas a Antaq disse que elas estariam disponíveis já a partir de hoje. O pacote contempla 17 áreas, sendo dez no porto de Paranaguá (PR) e sete nos portos de São Sebastião (SP), Aratu e Salvador (BA). Em princípio o porto paranaense teria 25 áreas passíveis de licitação, mas elas foram revistas e adensadas.

As relicitações do segundo bloco aumentarão em 51 milhões de toneladas a capacidade anual de movimentação nesses portos. As audiências presenciais devem ocorrer nos dias 14,16 e 18.

Como parte do esforço para reduzir os custos do setor, o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, destacou que a Comissão Nacional para Assuntos de Praticagem publicou, no último dia 26, a metodologia de regulação de preços do serviço de manobras cobrados dos armadores nos portos.

A referência para regular os preços é o modelo adotado nos Estados Unidos, de monopólio regulado, disse o secretário de planejamento e desenvolvimento portuário da Secretaria de Portos (SEP), Rogério Menescal. "A praticagem é um monopólio e precisa ser regulado. Com a metodologia vamos ter acesso aos custos do serviço". Após o dia 26 as praticagens terão 30 dias para entregar a planilha de custos. Ao fim desse prazo, caso o descumpram, a SEP e a Marinha usarão dados nacionais e internacionais para balizar os preços, disse Menescal. O modelo será aplicado primeiramente nos portos de Santos, Rio de Janeiro e Vitória. A expectativa é que haja redução dos preços em cerca de 60 dias. (Colaboraram Fábio Pupo, de São Paulo, e Daniel Rittner, de Brasília)

Fonte:Valor Econômico

Conab vai investir R$ 500 milhões em silos

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) vai investir quase R$ 500 milhões até 2015 para melhorar a estrutura de armazenagem do governo.

Os recursos serão usados para expandir em 43% sua capacidade de estocagem - das atuais 1,96 milhão de toneladas para 2,81 milhões. Do total, 685 mil toneladas devem vir da construção de 10 novas unidades e 42 mil toneladas da reforma de outras 80.

Segundo o presidente da Conab, Rubens Rodrigues dos Santos, a ordem para ampliar e modernizar a rede pública de armazenagem partiu da própria presidente Dilma Rousseff.

A determinação, explica, é aumentar a capacidade estatal em regiões-chave do ponto de vista logístico, visando a acelerar o escoamento da produção agrícola no território nacional.

"Essa nova estratégia da Conab contempla a construção de armazéns próximos às novas fronteiras agrícolas. Com isso, vamos apoiar o produtor para que ele não precise comercializar a sua produção imediatamente e possa esperar um preço mais competitivo", afirmou ele.

Rodrigues disse ainda que o plano prevê a melhoria da logística de escoamento entre regiões produtoras e distribuidoras, como entre Anápolis (GO) e São Luís (MA). "Vamos poder enviar a produção de trem até o Porto de Itaqui e reduzir o custo na logística, diminuindo o preço ao consumidor final", acrescentou.

A meta da Conab é desembolsar R$ 250 milhões em 2014 para a reforma de 26 unidades - 19 no Semiárido nordestino, quatro em Mato Grosso e uma no Paraná - e na construção de quatro novos silos - em Luís Eduardo Magalhães (BA) e São Luís (MA), com capacidade de 100 mil toneladas cada, e Anápolis (GO) e Xanxerê (SC), com 50 mil toneladas cada.

Outros R$ 237 milhões devem ser investidos em 2015 na reforma de 52 unidades em todo o país e na construção de outras seis plantas. Em três delas - nos municípios de Petrolina (PE), Quixadá (CE) e Estrela (RS) - a capacidade será de 50 mil toneladas cada. Esse volume será de 60 mil toneladas em Campina Grande (PB), 75 mil em Viana (ES) e 100 mil em Eliseu Martins (PI).

O presidente da Conab destacou que as reformas devem ampliar em 34 mil toneladas a capacidade de armazenamento dos Estados do Nordeste. Serão 4 mil toneladas na Bahia, 8 mil no Ceará, 2 mil em Alagoas, 9 mil na Paraíba, 6 mil no Piauí e 5 mil no Rio Grande do Norte.

Somente na elaboração dos projetos serão investidos R$ 13 milhões por meio de um convênio já assinado com o Banco do Brasil. Depois de elaborados os projetos, serão lançados os editais de contratação das obras.

De acordo com a comissão interna criada para conduzir o processo de ampliação e modernização dos armazéns, Currais Novos (RN) e Entre Rios (BA) podem ter a ordem de serviço contratada ainda em 2013.

Para fim de reduzir o déficit de armazenagem no país, estimado em 40 milhões de toneladas, o governo disponibilizou ainda na safra 2013/14 uma linha de R$ 5 bilhões destinada a financiar a construção de silos privados. O objetivo é renovar essa linha nas próximas cinco safras, totalizando R$ 25 bilhões.

Fonte:Valor Econômico

Governo pode adotar PPPs em parte das rodovias do plano de logística

BRASÍLIA, 1 Out (Reuters) - O governo avalia que quatro dos oito lotes de rodovias federais que ainda pretende conceder dentro do plano de logística podem precisar de Parceria-Público Privada (PPP) ou de algum tipo de subvenção pública para ter os investimentos viabilizados, disse nesta terça-feira o ministro dos Transportes, César Borges.
Segundo ele, as rodovias BR-101 (BA), BR-116 (MG), BR-153 (GO/TO) e BR-262 (ES/MG) --sendo que esta última não teve interessados no leilão de setembro--, podem ser licitadas no próximo ano e, eventualmente, com PPPs.
Os outros quatro lotes --BRs 060, 153 e 262 (DF-GO-MG), BR-040 (MG-DF), BR-163 (MT) e BR-163 (MS)-- deverão ser leiloados ainda neste ano para a iniciativa privada.
Na PPP, o governo tanto pode dividir com o concessionário os custos dos investimentos como pode completar o dinheiro do pedágio, para que a tarifa cobrada do usuário seja menor.
Segundo Borges, os editais de concessão do lote que envolve as BRs060, 153 e 262 (DF-GO-MG), assim como a BR-163 (MT), devem ser publicados na próxima semana.
O edital da BR-040 deverá ser publicado em novembro deste ano e o leilão deve ocorrer em dezembro, enquanto o da BR-163 no trecho do Mato Grosso do Sul deve sair até o fim de outubro.
"Tentaremos fazer as concessões. Se for necessário, a PPP. Se não for possível nem uma coisa nem outra, faremos obra pública", disse o ministro, assegurando que o governo vai viabilizar as duplicações das rodovias que fazem parte do programa
Fonte:http://br.reuters.com/article/domesticNews/idBRSPE99007S20131001