sexta-feira, 25 de maio de 2012

Business Intelligence na palma da sua mão. TI


Mas uma vez que a informação está disponível, como você fazer sentido de tudo isso? O mundo de sistemas inteligentes é, afinal, sobre o uso que os dados para tomar decisões melhores. Embora o software de inteligência de negócios progrediu enormemente de uma década atrás, quando a execução de relatórios necessários a ajuda do departamento de TI, transformando dados brutos em algo útil para a análise é ainda muitas vezes um esforço de equipe que pode exigir uma grande quantidade de trabalho braçal para os administradores. Empresas como a grandes varejistas, fabricantes e organizações de logística estão especialmente interessados ​​em encontrar uma maneira mais elegante para acompanhar o desempenho dos negócios através de redes complexas de transações e interações. De acordo com Bryan Colyer de Redmond baseados em resultados ampliados - parte prática de consultoria em BI e desenvolvedor de software parte - medida que mais empresas se conectar dispositivos embarcados e da empresa de TI em sistemas inteligentes, a necessidade de aplicações que podem transformar essa informação em algo útil está explodindo. "Nós vimos uma forte necessidade no varejo, porque muito de sua informação está em silos", diz Colyer. "Mas as empresas de várias indústrias estão ansiando uma maneira de ajudar os seus escritórios corporativos colaborar com lojas e armazéns, para acompanhar o ritmo dos negócios e fornecer informações para decisões melhores." Para ajudar seus clientes a resolver este problema, resultados ampliados desenvolveu um aplicativo chamado PushBI que é capaz de tocar em quase qualquer fonte de dados, do SQL Server e outros bancos de dados para planilhas do Excel e Web Services. Com a lógica do negócio inteligência construída em cima e em tempo real dados operacionais abaixo, PushBI é capaz de entregar up-to-the-minute métricas em praticamente qualquer tipo de fluxo de dados e entregar os relatórios para quase qualquer dispositivo - ou seja, um executivo pode acompanhar o desempenho por loja, região ou até mesmo por item ou vendedor, direito a partir de um telefone ou PC Tablet.
"PushBI fornece notificação imediata", diz ele. "Antes, alguém teria para obter as informações e fazer a análise. Com isso, eu posso ver os meus principais métricas em qualquer lugar, a qualquer momento -. E assim é que o meu gerente de loja, os gerentes meu armazém, meus compradores " De acordo com a Microsoft , com PushBI, os dados são apresentados em um formato gráfico fácil de entender. O código de cores chama a atenção imediata para áreas problemáticas, tais como a falta de estoque ou vendas mais atrasadas. Para os executivos, Colyer diz que a capacidade para analisar informações e marcação em detalhes pode realmente ajudar a manter as abas em uma grande organização. "Se eu estou visitando lojas em Nova York, eu posso discar para métricas específicas para essas lojas", diz ele. "Eu posso ver se as vendas estão tendendo para cima ou para baixo. Quem são os meus melhores vendedores. Eu posso ver o que está vendendo, o que não é, e como isso difere de loja para loja. " Ao nível da loja, Colyer diz, esse recurso pode ajudar com o reabastecimento e otimizar o espaço da prateleira.Os gerentes de loja pode se comunicar facilmente com o depósito, garantindo inventário está disponível no momento. Gerentes e executivos também pode acompanhar os efeitos das mudanças, tais como promoções especiais ou sinalização nova. A aplicação PushBI também possui funcionalidade de chat integrado IM através Microsoft Lync. Isso permite que os executivos, gerentes e especialistas temáticos, como contabilistas para discutir assuntos diretamente no contexto da aplicação. "Como um executivo sênior, eu não posso ser um especialista em cada número único", diz Colyer. "Mas posso ser conectado a especialistas usando Lync. Com informações Lync presença, eu posso ver que o meu gerente de loja em Nova York está presente e tem um IM rápido ou até mesmo iniciar uma videoconferência. " Colyer diz que o mercado emergente de sistemas inteligentes criou a necessidade de aplicações, tais como PushBI que podem ajudar as empresas colocar novos fluxos de dados para trabalhar. À medida que o mercado amadurece, resultados ampliados está vendo seus clientes em todo o mundo se tornar mais criativo com a tecnologia. Uma empresa de transporte de escala mundial, por exemplo, está usando o produto para otimizar o descarregamento de contêineres num porto australiano. "Esse mercado ainda é tão novo, a maioria dos nossos clientes têm uma mentalidade adoptante precoce e estão à procura de uma vantagem competitiva", Colyer diz. "Nós não podemos esperar para ver o que acontece quando mais clientes encontrar novas maneiras de alavancar esta tecnologia. Os que estão fazendo isso agora estão definitivamente ficando à frente da concorrência. " 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Setor de bebidas investe em logística para reciclar vidro


Empresas do setor de bebidas investem em projetos para aumentar a reciclagem do vidro no País. Para a diretora de Relações Corporativas da Diageo, multinacional do setor de bebidas, Grazielle Parenti, o Brasil tem no vidro um grande potencial de reciclagem que ainda não está sendo explorado.

De acordo com dados do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), das 890 mil toneladas de vidro descartadas por ano no País, apenas 40% têm como destino a reciclagem. O vidro pode ser reciclado indefinidamente, mas são necessárias políticas de incentivo para reutilização. "É que ele é pesado, quem manuseia pode se cortar e o preço não é tão atraente quanto o do alumínio, por exemplo", afirma Grazielle.

Para fomentar o avanço da reciclagem do vidro, a Diageo ampliou neste ano o programa Glass is Good, que incentiva a logística reversa. A ideia é ter um sistema que faça a ponte entre bares e restaurantes que utilizam embalagens de vidro e cooperativas de reciclagem. Para isso, a empresa fez parcerias com pontos de venda de seus produtos e com a Cooperativa Vira Lata, na cidade de São Paulo, para facilitar a coleta do material. Assim, os cooperados passam nos locais parceiros e recolhem todo o vidro utilizado no estabelecimento. "Eles levam qualquer objeto de vidro, mesmo os que não vêm de produtos da empresa", explica Grazielle.

Segundo Grazielle, todo o vidro recolhido é vendido pelas cooperativas, que ficam com o lucro. "Dessa maneira, além do ganho ambiental, há o social também, com a geração de renda dos trabalhadores", diz. Para a empresa, o retorno vem em termos de imagem e reputação. Além disso, a ação também é considerada uma alternativa para reduzir os impactos ambientais gerados pela empresa. Ela afirma que o projeto está ajudando a companhia a se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos, que responsabiliza as empresas pelo descarte de seus produtos após o uso pelo consumidor.

Desde o início do programa, em 2010, foram recolhidos cerca de 2 milhões de garrafas, o equivalente a 1 mil toneladas de vidro. Atualmente, o Glass is Good recicla 70 toneladas de vidro por mês, mas segundo Grazielly há potencial para muito mais. O objetivo é que esse número aumente para 300 toneladas por mês até o final do semestre. Para isso, é necessário ampliar as parcerias. Quando o projeto foi lançado, eram cinco estabelecimentos parceiros, agora, são 35 e mais dois condomínios residenciais. A expectativa é chegar aos 80 até julho.

Para ela, o projeto está totalmente dentro da realidade brasileira. "Temos uma cultura de cooperativas e a força delas vem crescendo. Por isso faz muito sentido no contexto brasileiro." A intenção é expandir o programa para outras regiões. Em junho deve ser testado em Recife e até o final do ano no Rio de Janeiro. Grazielle diz ainda que a iniciativa está se tornando referência internacional e que outros países da América Latina já estão estudando implantá-la.
FONTE: TERRA.COM.BR

Novas locomotivas da ALL são testadas em Curitiba

Máquinas foram importadas dos Estados Unidos e serão usadas para ampliar a capacidade de transporte por ferrovia no corredor central do Paraná, entre Curitiba, Maringá e Londrina.

Divulgação / Novas locomotivas são testadas em Curitiba
Quinta-feira, 24 de maio de 2012
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Sete novas locomotivas modelo Dash 9, compradas pela ALL, concessionária que opera nas ferrovias paranaenses, começaram a ser testadas nesta quarta-feira (23), na oficina da empresa, no bairro Cajurú, em Curitiba.
As máquinas foram importadas dos Estados Unidos e, depois de passarem por adequações, serão usadas para ampliar a capacidade de transporte por ferrovia no corredor central do Paraná, entre Curitiba, Maringá e Londrina.
Para poderem ser transportadas do Porto de Paranaguá até Curitiba, as máquinas precisaram de uma operação especial que envolveu mais de 150 pessoas. Andando apenas de duas a três horas por dia, os caminhões subiram a Serra a 20 km/h. Outras nove locomotivas devem chegar a capital até o final de maio, desta vez vindas de Minas Gerais.
FONTE: GAZETA DO POVO

quarta-feira, 23 de maio de 2012

WTorre negocia com ALL criação de um porto em Praia Grande


A América Latina Logística (ALL) negocia com a WTorre a construção de um terminal portuário em Praia Grande, no litoral de São Paulo, com investimentos totais estimados em R$ 5 bilhões. O objetivo da ALL, que persegue um plano de diversificação dos negócios, é encontrar um meio de expandir a capacidade de exportação de sua mais nova empresa, a Vetria Mineração, de extração e beneficiamento de minério de ferro em Corumbá (MS).

Até agora, a Vetria faria o embarque do minério por um terminal a ser erguido em Santos. Esse terminal, no entanto, não atende toda a capacidade futura demandada pela empresa. A projeção é produzir 20 milhões de toneladas de minério por ano no início da operação (programada para 2016), podendo chegar a 27,5 milhões nos anos seguintes.

O Valor apurou que o terminal da Praia Grande, idealizado pelo grupo WTorre no ano passado, teria capacidade prevista de embarque para até 60 milhões de toneladas de minério de ferro por ano e seria uma nova alternativa ao saturado porto de Santos. O terminal teria calado de 20 a 25 metros - superior ao de Santos -, apto a receber grandes navios de carga. Com a entrada da ALL, o porto da WTorre poderá garantir pelo menos um terço da ocupação com carga de minério, por meio da Vetria Mineração, que exportaria 30% por Santos, ficando grande parte da carga para o terminal de Praia Grande.

Fonte:Valor Econômico


Movimento Pró-Logística protocola defesa por hidrovia na Câmara Federal


O Movimento Pró-Logística de Mato Grosso protocolou um documento na Câmara dos Deputados defendendo a construção de eclusas na hidrovia do Teles Pires – Tapajós a partir do município de Sinop (MT) até Santarém (PA), com extensão de 1.576 quilômetros. O documento foi apresentado ao término da audiência pública, realizada na tarde desta terça (22), em Brasília, proposta pelo deputado Nilson Leitão (PSDB/MT), que debateu os prejuízos à navegação hidroviária de Mato Grosso com a chegada do Complexo Hidrelétrico do Rio Teles Pires, sem a construção das eclusas.
De acordo com o coordenador executivo do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz, a previsão é de que até 2014 cerca de 150 mil carretas trafeguem somente pela BR-163 em Mato Grosso, o que coloca a rodovia na condição de saturada, por isso a preocupação em buscar alternativas ao transporte da produção agrícola por meio da viabilização de outros modais.
O Movimento Pró-Logística - iniciativa de 15 entidades do setor produtivo mato-grossense – e presidido pela Aprosoja, aponta no relatório protocolado na Câmara que a região norte, área de abrangência da hidrovia Teles Pires-Tapajós, tem previsão de dobrar a produção de grãos nos próximos 20 anos, passando dos atuais 18 milhões de toneladas para 36, aproveitando as áreas de pastagens degradadas.
“Precisamos de hidrovia. Ela tornará o estado mais competitivo, e trará uma economia de R$ 8 a R$ 10, por saca, ao produtor, o que é bom não apenas para ele, mas para toda a economia do estado. Temos hoje o frete mais caro do mundo”, afirmou o presidente do Movimento e da Aprosoja, Carlos Fávaro, durante a audiência pública.
Fávaro destaca ainda que a construção das eclusas irá evitar um prejuízo entre 30 e 40%, se comparado aos casos em que não há planejamento adequado. Além disso, o presidente reforçou que dessa forma o empreendimento torna-se ambientalmente sustentável.
Endossando o posicionamento do presidente da Aprosoja, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (DEM/MT) defendeu durante a explanação dele que hoje o sistema hidroviário é a melhor forma de assegurar um frete competitivo aos produtores mato-grossenses. “Inclusive, conseguiremos ampliar a área de produção fazendo uso de áreas degradadas. Reduzindo o custo do frete todos ganham”, afirmou.
A audiência contou ainda com a presença do presidente da Frente Parlamentar de Logística e presidente recém eleito da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Homero Pereira (PSD/MT), representantes do Ibama, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

terça-feira, 22 de maio de 2012

Suprimentos: especialistas ressaltam carência de infraestrutura na operação logística

Opiniões convergem sobre a crítica situação do modal rodoviário. E, apesar de mais lento, ferroviário oferece vantagens e portos exigem retroáreas 

Quanto mais globalizada a cadeia de suprimentos, maior a necessidade de logística. O raciocínio é de Antônio Celso de Queiroz e Souza, vice-presidente de operadores e serviços logísticos da Associação Brasileira de Logística (Abralog), no início do painel sobre as necessidades da operação logística na cadeia de suprimentos.

O painel aconteceu nesta terça (22/05) durante o 7º Encontro de Logística e Transportes da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O vice-presidente da Abralog explicou que o custo e a produção da logística são a essência do negócio. “Até a década de 1980, os sistemas eram voltados à produção. Depois deste período foram voltados ao consumo”.

Queiroz e Souza disse ainda que, dentro da cadeia produtiva, a atividade logística ganhou importância e hierarquia dentro do sistema industrial. “Sistemas entre empresas começaram a exigir mais de sistemas de transportes”, analisou.

Santos: sem retroáreas
Luiz Lissoni, vice-presidente de supply chain da BrFoods, disse que, apesar de bem localizado, o porto de Santos carece de retroáreas – nome dado às áreas externas aos portos onde são realizados procedimentos essenciais para o funcionamento da atividade logística, de extrema importância para a competitividade.

Segundo Lissoni, a BrFoods utiliza muitos veículos na frota primária em todo o país, o que representa um problema em função da qualidade de algumas estradas. “O modal rodoviário causa uma infinidade de acidentes e dificuldades de acesso. Nós nos esforçamos muito em usar o modal ferroviário, que tem vantagens de custo, mas ele não é rápido. Por meio de cabotagem [operação entre portos marítimos e fluviais] funciona bem, temos custos relativamente bons”, esclareceu.

Custo x limitações
O representante da Fundação Getúlio Vargas, Manoel de Andrade e Silva Reis, coordenador do Centro de Excelência e Logística e Supply Chain da instituição, disse que a concorrência fez a maioria dos setores ter mais de uma alternativa de fornecimento com qualidade e desempenho equivalentes, fato apelidado de “commoditização” dos mercados.

“Mas as vantagens de custo e valor que estabelecem este diferencial competitivo têm limitações como infraestrutura deficiente, legislação tributária incompatível com o desenvolvimento, sistema burocrático e excesso de impostos”, argumentou. 

FONTE: Fiesp.com.br

Cabotagem estimula setor de congelados


Transporte aquaviário é rentável para o setor -
O modal aquaviário tem sido uma alternativa rentável para o setor de congelados e refrigerados
O setor de produtos congelados e refrigerados no Brasil está potencializando a sua distribuição ao utilizar a cabotagem para o transporte de cargas. A iniciativa traz mais segurança, agilidade logística, redução nos custos e na emissão de poluentes, pontualidade e aumento na competitividade do segmento.
O modal aquaviário tem sido uma alternativa rentável para o setor de congelados e refrigerados. Uma das vantagens é o valor por quilômetro rodado, até 50% inferior quando comparado ao transporte rodoviário, para distâncias acima de 1000 quilômetros.
Também há economia na manutenção, já que na cabotagem esses custos são bem menores do que no transporte rodoviário, devido às atuais condições das estradas brasileiras. Além disso, a integridade da carga no destino final reduz significativamente a avaria dos produtos.
De acordo com Roberto Rodrigues, Presidente/CEO da Mercosul Line, empresa especializada no transporte de cargas em contêineres, “outros fatores como o aumento no consumo em função da busca por produtos mais saudáveis pode contribuir para alavancar o mercado”.
Em 2011, a empresa movimentou, no setor de congelados e refrigerados, 12.000 TEUS de carga reefer. A expectativa da Mercosul Line é ter um crescimento de 20% em 2012, na operação envolvendo outros setores e quando comparado ao ano anterior. A companhia atua nos portos de Itajaí (SC), Itaguaí (RJ), Itapoá (SC), Manaus (AM), Paranaguá (PR), Pecém (CE), Rio Grande (RS), Santos (SP), Suape (PE), além de Montevideo e Buenos Aires.
FONTE: WEBTRANSPO.