terça-feira, 22 de maio de 2012

BRASIL cai em ranking mundial de logística


País passou de 41º, em 2010, para 45º no último levantamento -
País foi mal na questão alfandegária.
O Brasil perdeu quatro colocações no ranking mundial de desempenho logístico, passando de 41º, lugar que ocupava em 2010, para 45º. O levantamento, que teve o resultado divulgado nesta terça-feira, 15, é realizado pelo Banco Mundial e contou, nesta última edição, com informações de mil operadores internacionais do setor de 155 países.

A queda brasileira aconteceu depois de ganhar 20 posições, entre a primeira e segunda edição, quando ascendeu da 61ª colocação, em 2007, para a 41ª, há dois anos. No levantamento, divulgado na terça, o Brasil teve um desempenho ruim principalmente na questão alfandegária, ficando em 78º lugar neste quesito com 2,51 pontos. A pontuação vai de um (pior) a cinco(melhor).
Se levado em consideração o ranking de dez países com “renda média-alta”, o Brasil ficou em 9º lugar, à frente apenas do México. Dentre estas nações, somente os brasileiros e tailandeses perderam lugares, enquanto África do Sul, China, Turquia, Bulgária, Chile, Tunísia e México ascenderam. A Malásia foi a única a manter a mesma posição.
De acordo com François Arvis, um dos autores do estudo, não há uma justificativa prática para a perda de posições do Brasil. Segundo o pesquisador, a probabilidade mais aceitável é que outras nações avançaram nas questões logísticas, enquanto o País tenta melhorar seus portos e sistema aduaneiro sob a pressão de um comércio e economia crescentes.
Para avaliar o desempenho logístico de cada país, o Banco Mundial leva em consideração questões alfandegárias, de infraestrutura, fretes domésticos, qualidade e competência no serviço, rastreamento, localização e pontualidade.
Neste último relatório, a pesquisa mostrou que os investimentos em logística tiveram uma queda, muito em função da crise mundial que aflige, principalmente, a Europa. No entanto, Mona Haddad, gerente setorial do Departamento de Comércio Internacional do Banco Mundial, destaca que para os avanços de um país é necessária a ampliação e melhorias neste setor.
“As empresas podem produzir bens de maneira muito eficaz, com preços muito bons, mas elas perdem essa vantagem competitiva quando enviam seus produtos para outro país, por causa de ineficiências no transporte”, destaca a executiva.
Para Haddad, as melhorias nas condições logísticas passam por investimentos em infraestrutura com uma “forte cooperação entre os setores público e privado”.
FONTE: WEBTRANSPO.

Paraná espera por obras ferroviárias


Lideranças do setor no estado defendem melhorias -
Ferroeste quer ampliação de Guaíra até Paranaguá
O presidente da Ferroeste, Maurício Querino Theodoro, se reuniu na última semana com lideranças do setor ferroviário paranaense. Estiveram no encontro diretores e conselheiros da Acit (Associação Comercial e Empresarial de Toledo), empresários e representantes de associações comerciais das cidades de Marechal Cândido Rondon e Palotina.

O objetivo do presidente era posicionar os executivos sobre o andamento dos projetos de expansão da Ferroeste. A entidade está solicitando o apoio do Governo Federal para a ampliação da ferrovia de Guaíra até Paranaguá e que a Norte-Sul, projeto incluído no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), passe entre Cianorte e Campo Mourão.
“Estamos solicitando que a ferrovia passe a oeste de Maringá, entre Cianorte e Campo Mourão, e faça entroncamento com a Ferroeste em Cascavel, e vá até Francisco Beltrão e Pato Branco, bem como o apoio para a extensão de Guaíra a Paranaguá”, disse Theodoro. “Esta região é a que tem a melhor produção do agronegócio das Américas. Os produtores diminuíram seus custos, mas perdemos a competitividade da porteira das fazendas e das indústrias até o Porto de Paranaguá. Por isso, precisamos convocar toda a sociedade para defender este projeto que a região merece, porque já contribuiu muito não só para com o Paraná, mas também com o Governo Federal”, completa.
As lideranças da região também esperam a inclusão de um terminal da Ferroeste entre Toledo, Palotina e Marechal Cândido Rondon, no traçado até Guaíra.
“Tivemos um encontro produtivo, com a presença de lideranças da região e, a partir das informações, vamos definir ações para mobilizar entidades como a Caciopar (Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná) e outras, visando montar uma agenda em Brasília, junto com nossos representantes para manifestar e defender a importância destas obras para o Oeste e o Paraná”, afirma Edésio Reichert, presidente da Acit.
Um dos argumentos a favor das melhorias na malha ferroviária paranaense diz respeito aos elevados preços do transporte rodoviário no estado. Há aproximadamente três anos, seis cooperativas da região criaram um grupo logístico para transporte de cargas frigorificadas e, apenas com pedágio, se gasta mensalmente em torno de R$ 1 milhão para levar a produção até Paranaguá.
“O Paraná nunca esteve tão bem representado em Brasília e temos que aproveitar este bom momento para defender os interesses da região”, comenta Sérgio Marcucci, representante da Caciopar e da Acimacar (Associação Comercial e Industrial de Marechal Cândido Rondon).
FONTE: WEBTRANSPO

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Logística sofre com horário de operação dos portos brasileiros


Para diretor da Codesp, investimentos anunciados pelo Ministério de Transporte contribuirão para desenvolvimento dos modais ferroviário e marítimo fluvial


Silvio Ferreira de Carvalho Júnior, do Conselho Empresarial de Infraestrutura do Sistema Firjan
A baixa eficiência dos portos brasileiros e dos procedimentos alfandegários é um dos fatores que levam o Brasil a ocupar o 104º lugar no ranking de infraestrutura do Fórum Econômico Mundial, avaliou Silvio Ferreira de Carvalho Júnior, membro do Conselho Empresarial de Infraestrutura do Sistema Firjan.

A análise foi feita nesta segunda-feira (21/05), em São Paulo, durante o painel ”Porto 24 horas”, um dos 20 programados no 7º Encontro de Logística e Transporte da Fiesp. 

De acordo com Carvalho Júnior, o ativo portuário brasileiro é muito alto para que os operadores portuários trabalhem apenas no período comercial – cerca de oito horas. Além disso, o palestrante defendeu a implantação do projeto “Porto Sem Papel” nos 34 postos públicos organizados. 

“Nós precisamos trabalhar para que os portos sejam espaços para movimentação de contêineres e não armazenagem alfandegária. Sem portos eficientes, não seremos competitivos”, avaliou o conselheiro da Firjan.

Codesp: mais investimentos

Na visão de Renato Ferreira Barco, diretor de Planejamento e Controle da Companhia de Docas do Estado de São Paulo (Codesp), entre os principais gargalos que impedem o funcionamento do porto de modo ininterrupto estão a demora dos importadores para retirar a carga e o número excessivo de veículos. 

“O pico máximo de movimentação no porto de Santos atingiu 18,5 mil veículos em apenas um dia. Isso pode ocasionar sérios transtornos operacionais. Uma solução é o investimento no modal ferroviário”, analisou Barco.

Para o diretor da Codesp, os investimentos na ordem de R$ 290,3 bilhões anunciados pelo Ministério de Transporte contribuirão para o desenvolvimento dos modais ferroviário e marítimo fluvial. Segundo ele, a expectativa é que o porto de Santos atinja, em 2012, o recebimento de 100 milhões de tonelada.

Sindisan: extensão de horário

O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan), Marcelo Marques da Rocha, afirmou que o horário de funcionamento do pátio vazio, em média de seis a oito horas por dia, está em desacordo com os modelos adotados pelo agente exterior. 

“O armador não colabora com a implantação da extensão do horário do terminal vazio, que tem relação direta com o tempo e a produtividade de todo o ciclo de implantação e exportação fora dos terminais”, afirmou. 

Às vésperas dos 70 anos, Vale corre para renovar logística


Aumento de produção pela mineradora no Brasil e África tem o desafio de reduzir diferença de US$ 13 no custo do frete até a China

Daqui a exatos doze dias, em 1º de junho, a Vale completará 70 anos de fundação. Transformada nas últimas duas décadas de antiga estatal à maior empresa privada do mercado mundial de minério de ferro, ela acumula pela frente uma série de desafios. Entre eles, consolidar a diversificação de portfólio com fertilizantes, níquel e carvão e acelerar projetos de logística para diminuir um custo incomodo: a diferença atual de US$ 13,30 no preço do frete por tonelada entre o Brasil e a Ásia, onde está seu maior cliente, a China, em relação às concorrentes australianas BHP Billiton e Rio Tinto.
“O mundo do aço, do minério de ferro, está crescendo na Ásia. Hoje nós pagamos US$ 21 dólares de frete por tonelada, a Austrália paga US$ 7,70. Quando esse frete foi US$ 100 (no pré-crise 2008), a Austrália ficava US$ 50 na nossa frente. Nossa estratégia é ter frete barato para a China”, afirma ao iG Economia o diretor de logística e pesquisa mineral, Humberto Freitas.


Foto: DivulgaçãoFONTE: http://economia.ig.com.br

Senadores cobram ações em ferrovias


Blairo Maggi e Aloysio Nunes querem coordenação no setor -

Entre 1996 e 1999, 11 malhas ferroviárias foram concedidas à iniciativa privada

Durante uma audiência pública conjunta da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), realizada na última semana, em Brasília (DF), os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Aloysio Nunes (PSDB-SP) defenderam a necessidade de o Governo Federal instituir uma coordenação entre os diversos órgãos encarregados do setor ferroviário brasileiro para assegurar o crescimento da atividade.

De acordo com Nunes, qualquer projeto novo de expansão na área passa por no mínimo nove interlocutores diferentes e não há uma coordenação entre eles. Para Maggi, a quantidade de pessoas envolvidas nas decisões faz com que nada seja resolvido. O ex-governador do Mato Grosso sugeriu um modelo semelhante ao adotado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com o programa Avança Brasil, quando várias iniciativas tiveram bom andamento porque havia gerentes encarregados na negociação entre os diversos ministérios e órgãos do governo.
No encontro, Rodrigo Vilaça, presidente executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários) fez um balanço do setor, a partir do processo de privatização durante o governo FHC, entre 1996 e 1999, quando 11 malhas foram concedidas à iniciativa privada, totalizando 28.366 quilômetros.
Pelos números apresentados por Vilaça, o que era prejuízo para os cofres públicos de R$ 2,2 bilhões com a operação da extinta Rede Ferroviária Federal (RFFSA), entre 1994 e 1997, transformou-se em mais recursos para o Governo, com a arrecadação de R$ 15 bilhões em concessões, arrendamentos, impostos e contribuições a cargo das empresas concessionárias entre 1997 e 2011.
Para Maggi, apesar dos avanços neste período, ainda é preciso aperfeiçoar o modelo do setor, pois falta concorrência entre as empresas e, com isso, o que era monopólio estatal virou monopólio privado.
“A gente verifica que não há uma competição entre concessionárias ferroviárias e nós pretendemos fomentar essa concorrência”, afirma Noboru Ofugi, superintendente de Serviços de Transportes de Cargas da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).
A presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), Lúcia Vânia (PSDB-GO), anunciou que levará à Casa Civil da Presidência da República as principais conclusões das audiências. Estão previstas mais duas reuniões conjuntas da CAE e da CI.
FONTE: WEBTRANSPO

Randon investirá R$ 2,5 bilhões até 2016


Fabricante espera ascender seu faturamento em 60% em relação a 2011 -
Investimentos gerarão quatro mil novos postos de trabalho.
O Grupo Randon investirá R$ 2,5 bilhões em cinco anos. Com este aporte, a empresa espera chegar a um faturamento de R$ 10,2 bilhões, no final de 2016, o que significa um crescimento de 60% sobre a receita de 2011, que foi de R$ 6,4 bilhões. A empresa prospecta que sejam criados quatro mil novos empregos, mais da metade no Rio Grande do Sul.

Para viabilizar esta injeção de capital, 40% do valor virão de terceiros, como o sistema financeiro bancos (BNDES, BRDE e outros), mercado de capitais e incentivos governamentais, os 60% restantes serão aportados pela própria empresa. Somente em terras gaúchas, a companhia deverá investir 1,1 bilhão e gerará um ICMS de R$ 110 milhões ao governo do Estado.
A ampliação da companhia contará com o suporte do Fundopem/RS (Fundo Operação Empresa) e focará obras civis, montagem e instalações; móveis e utensílios; equipamentos de medição, ferramentas, acessórios, modelos e gabaritos, máquinas e equipamentos nacionais e importados, vinculados às atividades das empresas integrantes e que envolvem a produção de veículos especiais e implementos (Randon S.A Implementos e Participações), autopeças e sistemas (Suspensys, Fras-le, Master, JOST Brasil e Castertech Fundição e Tecnologia) e serviços financeiros (Randon Consórcios e Banco Randon).
De acordo com Astor Milton Schmitt, diretor corporativo e de relações com investidores da Randon, o plano quinquenal da empresa contempla o modelo orgânico: com investimentos em atualização tecnológica, reposição de ativos, novos produtos, a busca de novos mercados e a ampliação da capacidade instalada, abrangendo todas as empresas do Grupo; e dos não-orgânicos que se direcionam às novas frentes de negócios, via aquisições, fusões, joint-ventures e mesmo projetos novos de greenfield dentro e fora do Brasil, respeitando sempre seu foco na cadeia automotiva e como provedora de soluções para o transporte e atividades relacionadas.
David Abramo Randon, diretor-presidente da companhia, afirmou que, com esta expansão, a companhia pretende ampliar a sua participação nos mercados internos e externos, bem como ampliar a produção fora do País. No setor de autopeças, a fabricante deverá focar o crescimento nos países do Nafta, Oriente e Europa, enquanto o segmento de veículos e implementos aponta sua expansão para a América Latina e África.
Fonte: WEBTRANSPO

quarta-feira, 18 de abril de 2012

MTR Logística chega ao mercado com experiência para conquistar grandes operações

A MTR Logística é uma empresa do Grupo MTR, que atua há 30 anos no mercado de transporte de cargas fracionadas. Seu raio de atendimento estende-se aos estados de Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com equipe formada por 1.200 colaboradores e frota composta por um total de 500 veículos entre leves, semi-pesados e pesados, todos monitorados e rastreados.

Os principais segmentos atendidos pela empresa são de vestuário, cosméticos, tecnologia e automotivo. Neste momento, o operador tem um projeto logístico no Rio de Janeiro com localização privilegiada, próximo as principais rodovias - Presidente Dutra, Washington Luiz e Avenida Brasil - onde tem estrutura própria com 38.000 m2 de área sendo 8.000 m2 de área de armazenagem e oferece serviços de armazenagem, gestão de estoque, picking, packing e distribuição. E está em fase de construção o novo CD da empresa em Itajai, que terá 10.000m2 e tem início de operação previsto para setembro.
Na entrevista a seguir, o Gerente Nacional de Logística do novo operador, Hélio Meirim, conta mais sobre os planos e processo de estruturação para atender ao mercado em nível nacional:

Como está sendo a fase de transição na criação da MTR Logística?
Meirim: Ao longo dos últimos dois anos, a empresa vem trabalhando, com a ajuda de uma consultoria externa, no redesenho de seus processos, de sua estrutura e de seu foco de atuação. Dando continuidade a este trabalho, iniciou-se o planejamento estratégico e uma as diretrizes foi continuar aprimorando nossos serviços de transportes, bem como oferecer ao mercado um portfólio completo de soluções logísticas. Decorrente do Planejamento Estratégico, foi estruturado o Grupo MTR que além da MTR Transportes conta agora com a MTR Logística, criada para oferecer soluções de armazenagem, gestão de estoques, picking, packing e distribuição complementando assim os serviços de transportes já oferecidos pelo Grupo MTR. No primeiro momento, a MTR Logística buscou estruturar-se em termos de pessoas, processos, sistemas e infraestrutura para operação, procurando ainda identificar as sinergias possíveis com a MTR Transportes. Já investimos na aquisição do sistema de gestão de armazém (WMS), na aquisição das primeiras estruturas porta-paletes e nas obras de adequação da área de armazenagem no Rio de Janeiro que será no local usado pela nossa operação de transportes. Outro investimento é a construção de nosso novo CD em Itajai (SC) que terá 10.000m2 e tem sua conclusão prevista para setembro deste ano.
Qual será a participação da MTR Transportes na MTR Logística? Serão empresas independentes?
Meirim: A MTR Transportes é uma unidade de negócios dentro do Grupo MTR, responsável pelas operações de transportes do grupo. As estratégias comerciais serão corporativas (MTR Grupo) assim como toda a estrutura de apoio (RH, Finanças, Fiscal ) as unidades de negócios e a gestão das atividades relacionadas ao negócio, ficam dentro de cada unidade de negócios.
O que motivou a criação da MTR Logística?
Meirim: Durante seus 30 anos de atuação no segmento de transporte de cargas fracionadas, a MTR vem capacitando sua equipe, aprimorando seus processos de gestão e implementando novas tecnologias. Ao longo destes anos, alguns de nossos clientes solicitavam pequenos serviços que não necessariamente eram do escopo da atividade de transportes, como por exemplo armazenagem, unitização de carga, separação por cliente/código entre outros. Muitos destes serviços conseguíamos atender, mas também recebíamos solicitações de serviços mais complexos (que não reuníamos condições para atender). Junto com as demandas de nossos clientes, recebíamos algumas solicitações do mercado. Quando a empresa iniciou o seu planejamento estratégico, identificamos que, para poder atender de forma adequada as solicitações de nossos clientes e do mercado de uma forma geral, era preciso estruturar um negócio com foco em serviços logísticos. Neste momento criamos a MTR Logística.
Quais os cuidados a MTR Logística está tendo para se estruturar neste começo de atividades para não se confundir com uma transportadora?
Meirim: A MTR Logística é uma unidade de negócio do Grupo e, como tal, tem seu planejamento, orçamento, metas, resultados e desafios a conquistar. Nosso escopo de serviços (logística in-house, armazenagem, gestão de estoques, montagem de kits e etiquetagem, recebimento e separação de pedidos, expedição e distribuição) visa complementar os já oferecidos pela MTR Transportes.
Que diferenciais a empresa está oferecendo ao mercado?
Meirim: Entendemos que o mercado necessita de uma empresa de logística que compreenda as reais necessidades de seus clientes e que trabalhe, de forma planejada e personalizada. Por isso, vamos oferecer soluções logísticas alinhadas às necessidades e expectativas dos clientes dos segmentos onde atuamos. Aliada a experiência de 30 anos de atuação nos segmentos escolhidos, nossa equipe reúne profissionais com formação técnica e larga experiência em projetos logísticos que poderão ser executados dentro das instalações do cliente, em nossos centros de distribuição próprios ou em locais devidamente alocados para atender a demanda do cliente. O conhecimento dos segmentos onde atuamos aliada a equipe capacitada, suporte da infra-estrutura do grupo e a visão que temos em ser um provedor de soluções sob medida são os diferenciais que estaremos oferecendo ao mercado.
Quais são os pontos fortes da infraestrutura e da prestação de serviços da MTR Logística?
Meirim: Contamos com toda a infraestrutura do Grupo MTR, que hoje tem uma equipe de mais 1.200 colaboradores, distribuídos em 36 pontos nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande de Sul que somam mais de 50.000 m2 de área. Nosso centro de distribuição no Rio de Janeiro conta com uma área própria de 39.000 m2 sendo 8.000 m2 de área de armazenagem e cross-docking e está em localização privilegiada próximo às principais vias de acesso (4 km da Rod. Presidente Dutra, 5 Km da Rod. Washington Luiz e 3 Km da Av. Brasil e 14Km do Aeroporto Internacional, 17Km do porto do Rio). Em Itajai (SC) está em construção o Centro Distribuição Itajai que contará com 10.000 m2 de armazém e está localizado a 5 Km do Porto de Itajai e a 18Km do porto de navegantes. Nossa previsão é de que o mesmo entre em operação até o fim deste ano. Todos nossos CDs possuem área monitorada por CFTV, segurança 24horas e além da área de armazenagem, dispomos de toda infra-estrutura de apoio como estacionamento, vestiários e refeitório. Além da infraestrutura de armazenagem e transportes, nossos clientes dispõem de toda a estrutura necessária para instalação de uma filial (salas individualizadas), tendo ainda salas de reunião e salas de treinamento que podem ser usadas. Em termos de transportes, contamos com uma frota própria de 225 veículos próprios com idade média de 5 anos. Nossos veículos são rastreados e monitorados e toda a carga por nós movimentada tem suporte de apólice de seguro.
Fonte: http://www.mundologistica.com.br/portal/MTR_01.shtml